sábado, 14 de novembro de 2009

Recordando - Opala SS4 1974

   Visando abocanhar uma fatia a mais nas vendas, a GMB lançava para 1974 o Opala SS de quatro cilindros. O modelo era uma opção para quem buscava um carro com um perfil esportivo sem gastar combustível. Inicialmente, o SS4 concorria com o Corcel GT, já que as categorias eram muito limitadas naquela época, porém pouco tempo depois duelaria diretamente com o Ford Maverick GT, também de quatro cilindros.

Apesar do visual esportivo, o SS 4 tinha desempenho discreto.

O modelo não trazia nada de excepcional, sendo basicamente um Especial com roupa esporte. Seu motor era o 151-S de 98 cavalos, que assim como seu câmbio de quatro velocidades no assoalho, logo estariam disponíveis para os demais modelos da linha. Conhecido como "Cara Preta" o SS 4 de 1974, não tinha como ponto forte o desempenho, em seu teste de lançamento não passou dos 160 km/h e com um tempo de 18 segundos para fazer o 0-100 km/h, marcas consideradas boas quando consideramos nosso mercado na época.

O motor 2.5 de quatro cilindros rendia 98 cavalos brutos.

Externamente, o modelo trazia frente e traseira pintadas de preto fosco, adesivos e logotipos diferenciados, além das rodas esportivas de 14 polegadas. O SS 4 era disponível em apenas três cores sendo o Amarelo Caju, Super Verde e Vermelho Fórmula, três cores bem fortes, aguçando o ar de esportividade ao cupê. Alguns detalhes cromados foram pintados de preto fosco, como as hastes dos limpadores e do retrovisor externo e parachoques. O Opala, também ganhou pintura na grade dianteira, para diferenciar dos demais modelos, a gravata da grade foi pintada de vermelho e seus piscas dianteiros eram vermelhos. 

Conhecido por "Cara Preta", o SS 4 trazia cromados pintados, piscas na cor vermelha e o logotipo SS4.

Na parte traseira, repetia a receita e trazia a pintura preto fosca e o emblema SS4.

Nas laterais, além das rodas, o emblema SS4 denúnciavam a versão.

Internamente, o Opala SS 4 era mais simples que seu irmão SS de 6 cilindros, e o tapete interno era de borracha. O modelo ganhou bancos separados, console, volante esportivo de três raios, manopla, haste do câmbio e um conta-giros no painel, mas mesmo assim não se diferenciava muito da versão Especial do mesmo ano.

Painel ganhou conta-giros e volante esportivo de três raios.

Acabamento mais simples, e rodas exclusivas até mesmo no estepe.

O Opala SS 4 1974, é um dos mais raros da saga dos esportivos nacionais, até mesmo por ter sido produzido por apenas 1 ano, já que logo no ano seguinte a linha sofreria uma alteração no desenho. Não sabe-se ao certo o número de Opalas SS4 produzidos, mas ficam na casa das 4.000 unidades.


Texto de Andre GeSSner
Fotos: Divulgação



TeSSte - Ford Mustang 1965

Na década de 60, a revista Quatro Rodas foi conferir de perto o carro que balançava o mercado nos Estados Unidos, o Ford Mustang. A Saga SS, volta no tempo o mostra agora o que rolou nessa matéria, que tem mais de 40 anos!



Segundo a revista, antigamente os esportivos eram sinônimos de carros sem conforto, de suspenção duras, com infiltrações de água e poeira, fora o alto nível de ruído e bancos duros, além da falta de espaço interno. Porém o Mustang foi destacado como um esportivo que oferecia tudo que um grande carro de luxo tinha, sem desconforto algum. O nome Mustang vem de uma raça selvagens de cavalos dos Estados Unidos, dizia a revista, que elogiou o desempenho do GT dizendo que o carro tinha luxo de limosine, onde se era possível trabalhar durante toda a semana para competir com os amigos no Sábado a noite.


O conforto começava logo de cara, dizia a revista, onde era possível regular o assento e o encosto de modo mais conveniente. O volante agradou, de bom diametro e com três raios, onde qualquer um deles podia acionar a buzina, que na estrada era um pouco fraca. A alavanca do câmbio de quatro marchas era no assoalho e velocímetro disposto na horizontal indicava os 200km/h. No lado esquerdo do painel, estava o conta-giros, marcando 6.000 rpm que segundo a revista, a máxima do V8 de 225 cavalos era de 4.800 rpm.



Painel foi um destaques vistos pela revista na época.

Em destaque a Quatro Rodas dizia que o motor esnobava a potência, pois ao engatar a primeira era possível sentir a maciez da fricção do comando hidraulico, esbanjando potência quando se arrancava, derrapando as rodas derrapavam conforme as saídas mais bruscas. Na primeira marcha a revista chegou aos 80km/h a 5.000 rpm, passando tranquilamente para a segunda, que notava nenhuma perda de giros no silencioso e macio câmbio sincronizado. Logo, a revista estava nos 110km/h nunca desrespeitando os 5.000 giros, que em terceira já passava os 160km/h, e que por fim engatava a quarta marcha e a velocidade já apontava os 200km/h.
Elogiou-se a estabilidade do modelo, que não foi preciso reduzir nas curvas. A suspenção traseira era mais mole do que se imaginava segundo a revista, mas lembra que o modelo era para ruas e estradas, e não para pistas de corrida, o que era fácil de se resolver, colocando amortecedores mais rígidos.


Não faltou elogios também ao desempenho.

O mustang chegava aos 100km/h facilmente levando apenas 10,5 segundos. O modelo não mostrava nenhum sinal de cansaço ao exigir mais do motor, e os freios respondiam de forma perfeita aos comandos do motorista.
O consumo ficava perto dos 3km/l usando gasolina azul, taxa de compressão de dez por um. Muito elogiado, a revista destacava o modelo em desempenho e luxo, onde não economizou nos destaques do modelo. Contou em detalhes o que agradou, como o painel imitando madeira e as sete opções de cores. Destacou o luxo do acabamento interno acarpetado, os bancos de qualidade e os detalhes bordados.



Desempenho aliado com luxo, essa era a visão da Quatro Rodas.


Texto: Andre Gessner
Fotos: Quatro Rodas

Coleção Conceito - Charger R/T 2000

Foi no salão de Detroit de 1999 que o mundo conhecia o novo Charger R/T na versão 2000. Até aqui tudo bem, porém os anos passaram e o modelo nem chegou as ruas, apesar disso, alguns anos depois a Chrysler apresentou uma outra versão, em que nada se aproximava deste.

O conceito trazia um V8 de 4.700 cilindradas, e que era movido a gás natural! Mesmo assim, o esportivo alcançou os 325 cavalos de potência, ficando tão bom quanto os modelos a gasolina. Seu motor era dianteiro, longitudinal, com a saudosa tração traseira. O câmbio escolhido era o manual de cinco marchas, e tinha os freios iguais ao do primo Viper, com pinças de quatro pistões na frente e de dois pistões atrás.

Seu desenho era baseado nos Charger da década de 60, onde mostrava a inspiração na linha de cintura, porém grade, capô e linhas da coluna, foram totalmente reestilizadas. Internamente o modelo era inspirado em aviões caças, como os instrumentos do painel, e a alavanca do câmbio que se parece um joystick. Para fechar o conjunto interno, se mesclou detalhes em alumínio e fibra de carbono. As rodas eram de alumínio, sendo de 19 polegadas na dianteira e 20 na traseira, calçadas com pneus 245/45 na frente e 295/45 na traseira.


Linhas que mesclavam um estilo futurista com retrô.

O Charger apresentado, tinha quatro portas e vincos laterais, como os modelos da década de 60.

Rodas de 20 polegadas na traseira fechavam o conjunto.

Interior mesclava retrô com futurista, com detalhes em alumínio e fibra de carbono, além da manopla no estilo "joystick". Trazia instrumentação inspiradas nos aviões caça, assim como todo seu interior.

O Charger 2000, tinha como inspiração direta, os modelos da década de 60.


Texto: Andre Gessner
Fotos: Divulgação

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

EnqueteSS - Qual dos Retrôs Ficou Melhor?

A pergunta é simples, porém a resposta é de se pensar. Os três belos modelos caíram ao gosto do publico em cheio, mas qual realmente é o mais desejado? Para responder isso, a Saga SS convida você, a votar em um das três opções possíveis, e de quebra, disponibilizamos do vídeo abaixo, para acabar de vez com suas dúvidas.....só não esqueça de votar.

Fast Post - Na Onda dos Retrôs!

Seja Beetle, Mini, Fiat 500, ou até mesmo o novo Citroën DS3, as montadoras estão apostando com frequencia nas releituras, visando crescimento nas vendas, inspirando-se no passado.

De fato, isso tudo não é a toa, pois quem não se lembra dos modelos "sem graça" do final da década de 90, dos famosos Muscle Cars de 40 anos?! O Camaro tinha uma vendagem tão baixa que saiu de linha em 2002, os Dodges, não passavam de conceitos e o único combatente que jamais desistiu é o Mustang, que na minha opinião, foi o único na época, que se manteve com a alma ali, prontinha pra voltar a arrepiar como no fim dos anos 60.

Foi no ano de 2000 que o Mustang já mostrava que seu passado seria fruto do seu sucesso nos dias de hoje, e foi atráves dele, que a atual onda dos retrôs entraram na ativa, trazendo a vida aos descontinuados, como os Camaros e Dodges. Na Pontiac, bem que se tentou com o belo GTO em 2004, mas sem sucesso; o cupê não tinha a essência do seus ante-passados, e logo no ano seguinte foi descontinuado.

Visando esse crescimento em vendas, não é de se esperar mais lançamentos retrôs, que eu particularmente acho ótimo, e quem sabe não teremos a chance de ver, e rever, as brigas dos gigantes Muscle Cars do passado com roupas novas! O sonho estaria realizado com releituras de Plymouth's, Pontiac's e Old's, mas deixa isso para outro post...


Mustang era o único que tinha "traços" do seu passado, mas bem de leve.

30 anos duelando com o Mustang, o Camaro já sentia o peso da idade, e suas vendas despencavam.

A pioneira Pontiac e o Trans-Am, que assim como o Camaro, lutava com a idade,

...que ainda apostou no re-lançamento do GTO em 2005, sem sucesso.

Na Dodge, o Charger R/T não passou de um conceito.

Versão Bullitt do Mustang em 2000 já injetava ideias, e o modelo ficava cada vez mais retrô,

até chegar 2005, quando a onda foi oficializada, e o Mustang veio com tudo, trazendo até os mortos a vida, fazendo os jovens de hoje, assim como eu, conferir de perto esse duelo "grisalho".



Texto: Andre Gessner
Fotos: Divulgação

WallpaperSS - Ford Foose


Para fechar a Quinta-feira....a picape que o pai do Chip Foose fez a ele.

Coleção Conceito - Ford "Forty-Nine" 2001

    Em 1949, com o final da Segunda Guerra Mundial, a industria automotiva ainda estava se reerguendo, o que levou os automóveis da época passarem por grande mudanças em suas linhas. O Ford 49 é um dos precursores dessas mudanças, que pouco tempo depois acabou tornando-se na verdade uma inovação, onde os modelos passaram a apresentar um formato mais elegante, com linhas mais limpas e carroceria mais baixa.

O Ford 49 foi um dos precursores das mudanças pós guerra.

Mais de 50 anos depois, a Ford apresentava em 2001, durante o Salão do Automóvel de Detroit, o Ford Forty-Nine, um conceito que prestava homenagem ao então saudoso Ford 49. Segundo a própria Ford, o modelo tinha proposta de ser o mais próximo a um Street Rod, onde remetia aos passeios noturnos de uma sexta-feira  ao som de um belo Rock and Roll com destino as famosas pistas de boliche.

Mais de 50 anos depois, o Forty-Nine homenageia a versão original.

Como no modelo original, o Forty-Nine apresentava novamente as tendências das linhas ousadas, que mesclavam modernidade fazendo referência ao clássico do final da década de 40. Um dos principais destaques do conceito, são as lanternas traseiras, em filetes de LED, o que lembra as molduras do modelo antigo.

Na traseira, destacam-se as lanternas de LED em formato de filete.

As linhas são limpas e arredondadas, o teto encurvado é nitidamente inspirado no modelo de 1949, assim como a grade dianteira dividida e os faróis originam as linhas dos para-lamas. O teto transparente é um dos destaques do Forty-Nine, o friso que praticamente contorna as linhas, dá acabamento especial ao modelo.

Outro grande destaque do conceito, é o teto todo transparente.

Internamente o conceito novamente mescla modernidade com referencia nos modelos do passado, onde os quatro assentos possuem um estilo mais nostalgico, assim como o único mostrador central no painel e o volante, que possui todos os comandos no que seria o aro de acionamento da buzina.

Acabamento interno nostalgico, mas com todo requinte possível em um visual limpo.

O motor era um 289 V8 3.9 de 32 válvulas, o mesmo utilizado no T-Bird, e tinha todo um aspécto limpo, esbanjava nos cromados para simbolizar os motores envenenados. A transmissão era automática de quatro velocidades com alavanca na coluna de direção.

O 289 V8 também esbanjava um belo visual.

Apesar de ser um dos maiores destaques do Salão daquele ano de 2001, o conceito nunca foi produzido, nem sequer cogitada a produção. O Forty-Nine além de prestar a homenagem ao clássico modelo 1949, ainda é um dos precursores da tendência atual em estilo totalmente baseado no passado.

Texto de Andre GeSSner
Imagens de Divulgação

NewSS - Saga SS!

"É com imenso prazer que escrevo este Post. Na última semana de Outubro, tivemos o recorde de visitas em um só dia, passando a casa dos 700 visitantes! Nada disso seria possível sem os leitores do site, que fazem da página cada vez melhor a cada postagem. A Saga SS, não busca fama, e sim trazer qualidade aos seus leitores. Assim como em sua comunidade no orkut, o site é feito por vocês, que tornam tudo isso possível. Agradecemos a cada visita que fizerem, e estamos sempre de portas abertas para eventos, fotos, matéria e tudo que for relacionado ao site. Nós, a Saga SS, temos o compromisso de servir ao grande publico dos veículos antigos, com igualdade e sem discriminização, e estamos sempre visando um crescimento, onde existem muitas metas traçadas, como loja virtual, e até avaliações feitas pelo próprio site. O site ainda está no começo da sua vida, no primeiro degrau, e pretendemos conquistar várias parcerias, como a recém conquistada com o Opala.com, e assim batalhamos para continuar com o crescimento, respeitando as etapas precisas. Muitas novidades estão para aparecer aqui, estaremos melhorando a cada post feito.



A Equipe Saga SS Agradece Grande Abraço, Henrique Passos"

Matéria Especial - Sema Show 2009 - Las Vegas

O maior evento de carros modificados do mundo que rolou em Las Vegas , terminou nesta sexta-feira passada. Mais de 200 expositores participaram do evento que trouxe vários modelos customizados pelas mais diversas oficinas e fabricas do mundo.



Apesar desta edição ter a menor participação da montadoras, as gigantes Ford e GM estavam presentes, sendo as únicas norte-americanas no evento. Mesmo com tudo isso, os Dodge estavam em grande número, mas nada comparado com a quantidade de Camaros e Mustangs expostos, que simplismente dominaram o evento.

Além da participação de algumas montadoras, fábricas de rodas, som e acessórios estavam presentes, sem contar que haviam super-esportivos italianos modificados ao extremo pelas oficinas customizadoras, já que nenhuma montadora européia esteve presente no evento.
Apesar disso, carros coreanos e japoneses estavam em grande número, mas bem longe dos Muscle Cars, que bombaram, com destaque para Mustang e Camaro.

Abaixo, a SS Saga faz um super passeio pelo Sema Show 2009, mostrando mais de 70 fotos do que rolou por lá, destacando os Muscles e os seus novos modelos reestilizados, que estavam muito melhor que isso..........preparados!!!


Presentes em Massa, os Camaros estavam expostos em várias cores e modelos um mais animal que o outro!

Os Mustangs também fizeram bonito, e compareceram em grande número.

Apesar da Dodge não ter comparecido oficialmente, os fãs fizeram a sua parte.

Os Muscle Cars dominaram o evento, e em grande número, como este Mustang 1969.


Também presentes, modelos do fim da década de 70, como este lindo Pontiac Firebird 1977 com motor de Corvette.


domingo, 8 de novembro de 2009

WallpaperSS - Linha Opala 1974

Para oficializar a parceria Saga SS/Opala.com, fecho o Domingo com uma ótima opção de plano de fundo para seu computador, a linha Opala 1974, direto do Opala.com.


Linha Opala 1974 1024x768

Recordando - Pontiac GTO The Judge 1969

Foi através da frase "Here Come The Judge" (Aí vem o Juiz), originária da música do cantor Pigmeat Markham de 1968, que originou tudo para que John Delorean, chefe da Pontiac no fim dos anos 60, apresentasse o novo conceito para o rival Road Runner da Plymouth. O nome escolhido substituía o anterior, ET - Elapsed Time. DeLorean chegou a cogitar a frase "Here Come The Judge" para divulgação do Pontiac, porém logo descartou, pois achou os US$ 250 mil pedidos para o uso da frase um abuso. Em 1968, 44.599 unidades do Road Runner foram vendidas, tendo os preços baixos como o ponto mais favorável. Por US$ 2.896, era possível ter muito mais desempenho por menos dinheiro.

Adesivos nas laterais...

...e no aerofólio.

Grade diferenciada dos outros modelos de 1968.

O conta-giros, localizado externamente no capô, era oferecido como opcional.

Na época, Jim Wangers, executivo da Pontiac, pensou em fazer o mesmo em algum modelo da marca, oferecendo um carro mais caro que o GTO básico. Visando tudo isso, decidiu-se trabalhar no próprio GTO, sendo assim, nascia o "The Judge", que nada mais era do que um GTO com um pacote de opcionais de US$ 332 a mais no preço total, sendo oferecido inicialmente por US$ 3.156 do Cupê e US$ 3.382 do Conversível. Por esse valor adicional do "The Judge", o comprador levava para casa um 440 V8 Ram Air III, faixas decorativas na pintura, capô com scoops, rodas Rally II sem os sobre aros, calçados com pneus G70x14, aerofólio traseiro e adesivos "The Judge".

Marcante, o The Judge trazia um aerofólio, para rivalizar os Plymouth.

Mais desempenho com o Ram Air.

O preço era ótimo, tendo em vista que só a opção de um motor Ram Air em 1969, custava US$ 343. A cor preferida era o "Red Carousel", e os modelos 69 estavam bem parecidos com o do ano anterior, quando já era oferecido parachoques na cor da carroceria, onde eram batizados de Endura. As novidades ficavam por conta dos quebra-ventos que sumiram, a nova grade dianteira e o parachoque traseiro modificado.


O 440 V8 ultrapassava os 350 cavalos, fazendo com que o Pontiac levasse apenas 6 segundos no 0-100 km/h.

Volante de três raios e acabamento requintado, além do emblema "The Judge" na tampa do porta-luvas.

Anúncios divulgavam o Pontiac na época....

...sempre destacando o diferencial para os demais modelos.

Naquele ano de 1969 foram produzidos apenas 6.725 unidades do The Judge, e a versão conversível foi ainda mais limitada, com apenas 108 unidades produzidas naquele ano. Hoje o GTO The Judge é um dos Muscle Cars mais desejados pelos entusiastas, podendo ultrapassar facilmente o valor de 50 mil dólares.

O mais raro The Judge de 1969, com apenas 108 unidades produzidas. 


Texto de Andre GeSSner
Fonte: Clássic Cars

Fotos de Divulgação