A história dívidida em 3 partes, de um dos mais velozes Muscles Cars de todos os tempos, o Chevrolet Chevelle SS 396 e SS 454! Episódios da série Americana: American Muscle Car!! Comentem!
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Certo x Errado - Faixas SS 1978/79
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Fast Post - Geração Impala SS 93/96
A década de 90, foi marcada pela volta do Impala em 1993. Parecia ser maior, e desta vez ele estava elegante e imponente, com linhas mais armoniosas. Ainda mantinha o tradicional V8 dianteiro e tração traseira; durando apenas 3 anos, acho ser um dos mais belos SS já fabricados, visando isso separei algumas fotos de Impalas SS de 1993 até 1996, espero que gostem.













TeSSte - Opala SS4 e SS6 1978
Ha quase 32 anos, a 4Rodas apresentava o Opala SS 4 e 6 com novas faixas; no mercado Brasileiro pouco a mais que sete anos, os esportivos da GMB era confortável segundo a revista; porém o desempenho, era discreto na versão de 4 cilindros, mas superior de seus concorrentes diretos da época; no caso do SS6, a revista apresentava como o carro de série mais veloz do Brasil, que sem forçar giro e patinar, fez de 0 a 100 km/h em 10,65 segundos, marcas excelentes para o veículo. Quando se falou em motor, a revista já achava o 4 cilindros de concepção antiga, mas ainda era bem funcional, elastico e de desempenho satisfatório, na versão 6, foi elogiado a boa potência de 171cv e o torque de 32,5mkgf, que proporcionava respostas rápidas às acelerações.
Transmissão e câmbio, foram aprovados, com engates precisos e bem escalonados, aproveitando bem o rendimento dos motores, assim como o consumo de ambos, que relativamente foram proporcionais ao tamanho do carro e do motor, e o mesmo foi dito sobre os freios, que funcionaram bem e não mudaram a trajetória. A direção foi mais precisa no SS4, apesar de se pouco dura, coisa que no SS6 foi mais, pelo peso na frente, o mesmo ocorreu com a estabilidade, onde ambos sofreram por ter uma suspensão tão macia.Na época, o Opala estava com nove anos, e a três com o mesmo design, mas já era acusado de ser ultrapassado, pois ainda trazia as mesmas linhas da qual foi lançado.
A qualidade do acabamento interno foi considerada razoável, pois era inferior às demais versões, ao contrário do conforto, que foi apontado como um dos maiores destaques do carro, que foi ainda melhor no SS6 pelo menor nível de ruído; na posição do motorista, elogiou os bancos altos e no painel, não agradou muito pela falta de instrumentação para um esportivo. Como conclusão a revista dizia que quem procurava um esportivo de desempenho, o SS6 continuava sendo o esportivo recomendado, apesar de alguns problemas. Para quem fizesse questão de economia, com conforto e o mesmo visual esportivo, o SS4 era a melhor opção perto dos seus concorrentes na época.
Preços Atualizados
Opala SS4 > R$ 117.028,10
Opala SS6 > R$ 129.347,49
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Coleção Conceito - Silverado SS Concept
Durante uma edição do SEMA Show (Salão anual promovido em Las Vegas, EUA pela Associação de Fabricantes de Equipamentos Especiais), a GM apresentou uma Silverado SS que é uma verdadeira cavalaria, com seus 480cv a 6.000rpm, e monstruosos 65,6kgfm a 4.800rpm de torque, sendo considerada a "Corvette das picapes" pela GM, pois além de ter um V8 por baixo do capô, ela utiliza a transmissão de seis marchas e suspensão do esportivo americano. A picape vem na cor vermelha, tradição SS, e traz uma frente remodelada, com dutos de ventilação para os freios; as rodas medem 9,5 x 20 pol (dianteiras) e 11 x 22 pol (traseiras), com pneus Goodyear F1-GS 255/40 frente e 305/35 traseira.
No interior da picape, conta com quatro bancos individuais com inserção de fibra de carbono, o volante não podia deixar de vir do Corvette, no painel, ainda tem um monitor que informa o desempenho do motor e da suspensão. Externamente as lanterna traseira são por Led's, as portas de trás e a caçamba não possuem maçanetas.
Com certeza uma picape de dar inveja a muitos esportivos, esperamos por mais fotos.
No interior da picape, conta com quatro bancos individuais com inserção de fibra de carbono, o volante não podia deixar de vir do Corvette, no painel, ainda tem um monitor que informa o desempenho do motor e da suspensão. Externamente as lanterna traseira são por Led's, as portas de trás e a caçamba não possuem maçanetas.
Com certeza uma picape de dar inveja a muitos esportivos, esperamos por mais fotos.
Texto de Andre GeSSner
Imagens de Arquivo
domingo, 19 de abril de 2009
Recordando - El Camino SS
Em era de Muscle Car, tudo queria se tornar um Muscle, ao menos chegavam perto, mas não é o caso da protagonista deste post! Podemos afirmar que a El Camino provava, juntamente com a rival Ranchero, que picape também poderia ser musculosa, não é mesmo?! A El Camino foi lançada ainda com base no Impala, onde durou apenas dois anos, pois foi em 1968 que a coisa mudou, e a El Camino começou sua trajetória Pick Muscle, passando a derivar do cupê Chevelle, dessa forma ganhando respeito frente aos Camaros, Mustangs e outros monstros de sua época.
Inicialmente, ainda em 1967, derivava do Impala.
A primeira SS surgia em 1968, com motorização 396 V8 de 325 cavalos.
Inicialmente, as primeiras SS vieram com o enorme 396 V8 de 325 cavalos, que logo seria substituído pelo famoso 5.7 350 V8 de 300 cavalos, em 1970. Apesar de menor potência, o 350 desenvolvia melhor performance, superando a motorização anterior. Se isso já não bastasse, era possível optar pelo 6.2 402 V8, sendo um com 350 cavalos e outro com 375, mas não era o bastante em terra de Tio Sam, então mais duas opções fechavam as motorizações, ambos 7.4 454 V8, de 360 ou 450 cavalos.
A picape passava a derivar do Chevelle em 1968.
Na prática ainda era mais impressionante, pois com apenas 13,5 segundos a El Camino cruzava os 402 metros, ótima marca para um veículo desta categoria. As transmissões disponíveis eram manual de quatro velocidades ou o automático Turbo_Hydramatic.
Em 1970 reestilização e novas motorizações.
Externamente, as versões SS se diferenciavam pelas faixas decorativas, as exclusivas rodas 7x15 pol e os vários logotipos espalhados pela carroceria. Com o passar dos anos, vieram reestilizações estéticas, a picape passava a então derivar do Malibu, além das motorizações que passaram a ficar mais mansas, devido as crises de combustível na época, o que levava uma queda na potência a cada ano que passava.
As rodas eram exclusivas da versão Super Sport.
De 1974 a 1983, foram apenas mudanças para acompanhar a linha, e em 1984 opcionalmente era oferecido um pacote visual para as versões SS deixando com o visual mais esportivo, o que não foi o suficiente, pois em 1987 a El Camino dava adeus a linha de produção; rumores surgiram em 1995 com uma possível volta da picape, com base no Caprice, como mostra as fotos abaixo, mas foram apenas boatos.
Ainda em 1970, bancos e mostradores exclusivos.
Rumores retornaram a tona algum tempo para cá, e novamente alguns citando a volta da El Camino para 2010, porém boato não convence ninguém.
Nova reestilização em 1971, com nova frente.
Na traseira as mudanças foram mais sutis.
Para 1972, apenas um FaceLift, e os piscas passam a ser uma única peça, além da nova grade.
Devido a crise dos anos 70, a El Camino perdia o ar esportivo para a linha de 73, suas faixas serviram de inspiração ao nosso Opala SS 6 em 1974. Baseado no Malibu, a El Camino SS não despertava mais atenção de antes, e caminhou até 1975 com o mesmo design.
E em 1976, outra reestilização, sempre seguindo a tendência da época, e cada vez mais longe do modelo que um dia foi consagrada um Muscle.
...permanecendo até 1981.
...a receita deu certo, e a El Camino ficava mais atraente...
Em 1978 nova reestilização....
...permanecendo até 1981.
De 1982 até 1987 a El Camino manteve o que seria seu último desenho.
Curiosidade: Em 1984, um kit aerodinâmico era oferecido opcionalmente...
...o que lhe daria mais três anos de vida.
Em 1986, o peso do projeto já não aguentava os concorrentes mais modernos...
...e foi desse jeito, sem o kit aerodinâmico, que em 1987 a El Camino dava Adeus ao mercado norte-americano.
O ano de 1995 ficaria marcado na história dos fãs da El Camino, com a divulgação de fotos da possível volta do modelo.
O modelo em questão deriva do Caprice, a unica unidade produzida....
...participa constantemente de feiras automotivas, além de "dormir" em uma garagem de colecionador.
Para 2010, a picape Holden foi cogitada ao antigo cargo, juntamente com a Pontiac G5, porém nada oficial.
Texto de Andre GeSSner
Imagens: Divulgação
sábado, 18 de abril de 2009
Super Sport, Separated Seats, Super Star????
Creio que nunca uma sigla automotiva foi tão discutida aqui no Brasil, quanto a SS dos Chevrolet Opala/Caravan. Para alguns, Super Sport, para outros Separated Seats e até mesmo Super Star, mas qual é o significado real do SS? Confira!
Usada pela primeira vez em 1961, no Impala, a sigla simplesmente significa Super Sport; então qual a polêmica? Tudo começou em 1971, quando a GMB trouxe a sigla para a versão esportiva do Opala; na época, a montadora lançou anúncios nas revistas especializadas, destacando que depois de Camaro e Chevelle SS, era a vez do Opala receber a versão da escuderia.
Em Dezembro de 1970, o Opala SS fazia seu teste de estréia na edição 125 da respeitada revista Quatro Rodas, que durante a matéria usou-se Separate Seats, Assentos Separados em Português, para denominar a versão esportiva, aproveitando que as demais versões da linha possuíam assentos inteiriços. Pouco tempo depois, os assentos individuais estariam disponíveis para as outras versões do Opala desmistificando o fato. Mesmo assim, não houve quaisquer correção por parte da revista, que manteve erroneamente o significado de SS por vários anos.
O Super Star surgiu em 1973, por parte da própria Chevrolet, que ao apresentar o cupê na versão esportiva em um anúncio de revista, trazia um grande Super Star em destaque, porém não passava de uma jogada de marketing para promover o Opala, que simplesmente queria dizer que o novo modelo era uma Super Estrela.
Por Andre GeSSner
Imagens de Divulgação/Quatro Rodas
Curtiu? Então que tal assistir um pouco desta matéria clicando no play abaixo:
Imagens de Divulgação/Quatro Rodas
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Garage - BLOWER!!

O Blower é considerado por muitos o melhor veneno a ser usado em muscle-car. Trata-se de um veneno confiável e bastante potente, deixando os carros de quatro cilindros turbinados comendo poeira. Ele foi criado para veículos utilitários e aviões em países de grandes altitudes, por causa da baixa pressão atmosférica que reduz bastante o rendimento do motor.
Blower:
É nada mais que um corpo metálico que tem dentro rotores, que giram através de correias e polias, e é instalado sobre o(s) carburador(es).
O Blower, também conhecido como Compressor Volumétrico, Supercharger ou Kompressor (nome utilizado pela Mercedes) nada mais é que uma bomba de ar ligada ao virabrequim do motor por correia que, utilizando a própria força motriz do mesmo, "empurra" mais ar que o motor aspiraria normalmente. Na prática, dá-se a impressão de estar dirigindo um automóvel de maior cilindrada, com aceleração rápida e maior torque. Podemos dizer que um compressor eficiente é aquele que desloca maior quantidade de ar, aquecendo o mínimo possível e com menor esforço. Resumindo, é aquele que possui melhor eficiência volumétrica e adiabática (ou térmica).
Eficiência Volumétrica:
Indica o quanto de ar que o compressor consegue comprimir e quanto é perdido através de vazamentos. Por exemplo, se um compressor tem capacidade de 10 litros de ar de deslocamento, mas apenas 7,2 litros são deslocados, sua eficiência é de 72%. Um compressor com 45% de eficiência deverá ter o dobro do tamanho, para deslocar o dobro de ar e se comparar ao mesmo volume deslocado por um outro compressor de 90% de eficiência.
Eficiência Adiabática:
Indica a quantidade de energia que o compressor perde em forma de calor para produzir potência. Um compressor com 100% de eficiência adiabática irá utilizar toda a energia necessária para comprimir o ar, sem aquecer o conjunto ou o próprio ar. Portanto, um compressor eficiente deve ter alta eficiência volumétrica para minimizar o seu tamanho e alta eficiência adiabática para maximizar a quantidade de ar comprimido pela unidade.
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